dunkelheit

Home Mensagem FAQ autoria insta facebook

venha morte, cara morte;

dê-me as respostas para todos os enigmas,

dê-me a chave e a varinha que,

desatam os nós do mundo.

29 Jul, 2014
21 notes

Reblogar
"O AMOR É SURREAL, UM VÁCUO INACABÁVEL.

dois vácuos se rejeitam
numa cadência tendenciosa
se batem e se obrigam
a viver numa realidade fantasiosa
as almas vagas se complicam
riem do cosmos de forma ludibriosa
as tempestades não mais oscilam
as chuvas não mais têm vento
a mentira é indiscutível
de maneira que o detento
preso a esta rejeição plausível
não mais ama em andamento
essa barreira que os obriga
a não amar mais um ao outro
é a mesma ponte que os liga
para se abraçarem em decoro
é que quando dois vácuos se ordenham
(num sentido conotativo da palavra)
o que era surreal na vida (de maneira rejeitosa)
vira o vazio da alma
de maneira tenebrosa."

Gabriel Malaquias

28 Jul, 2014
21 notes

Reblogar
"O AMOR É SURREAL, UM VÁCUO INACABÁVEL.

dois vácuos se rejeitam
numa cadência tendenciosa
se batem e se obrigam
a viver numa realidade fantasiosa
as almas vagas se complicam
riem do cosmos de forma ludibriosa
as tempestades não mais oscilam
as chuvas não mais têm vento
a mentira é indiscutível
de maneira que o detento
preso a esta rejeição plausível
não mais ama em andamento
essa barreira que os obriga
a não amar mais um ao outro
é a mesma ponte que os liga
para se abraçarem em decoro
é que quando dois vácuos se ordenham
(num sentido conotativo da palavra)
o que era surreal na vida (de maneira rejeitosa)
vira o vazio da alma
de maneira tenebrosa."

Gabriel Malaquias

27 Jul, 2014
538 notes

Reblogar
27 Jul, 2014
564 notes

Reblogar
"Quero um beijo sem fim,
Que dure a vida inteira e aplaque o meu desejo!
Ferve-me o sangue. Acalma-o com teu beijo,
Beija-me assim!
O ouvido fecha ao rumor
Do mundo, e beija-me, querida!
Vive só para mim, só para a minha vida,
Só para o meu amor!…"

Olavo Bilac

24 Jul, 2014
1,863 notes

Reblogar

“The moon I see”2013

The moon I see
2013

23 Jul, 2014
81 notes

Reblogar
"Cumpriu sua sentença. Encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca do nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados, porque tudo o que é vivo, morre."

O Auto da Compadecida, Ariano Suassuna.

23 Jul, 2014
15 notes

Reblogar
Lá se vai um mestre da literatura brasileira! Ariano Suassuna, suscetível à maestria das palavras, considerado um ícone na dramaturgia e afins. Aqui jaz um amante das palavras, que por muito tempo fez com que outros ficassem apaixonados por elas também, mesmo que por duas décadas ou uma fração de segundo, a paixão pelas palavras é eterna até o fim.

Descanse em paz.

22 Jul, 2014
3,066 notes

Reblogar
"Matamos o tempo, o tempo nos enterra."

Machado de Assis.

20 Jul, 2014
2,776 notes

Reblogar
20 Jul, 2014
1,885 notes

Reblogar
"Saudade: presença dos ausentes. "

Olavo Bilac

Theme